segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Uma preocupação com a preocupação

No seu livro - Uma Questão de Equilíbrio - o autor Sérgio Klepack escreve na página 27: "O deputado norte-americano Charlie Wilson revela que, quando esteve no Afeganistão, viajou por regiões montanhosas para conhecer esse povo que, apesar de enfrentar precárias condições de higiene e de ter pobres hábitos alimentares, apresenta um dos maiores índices de expectativa de vida do planeta (em média, 95 anos). Segundo Wilson, há vilas onde os idosos riem, saudáveis e vigorosos, apresentando a mesma disposição e otimismo dos jovens. São pessoas que experimentam uma vida isenta de estresse psíquico em função de excelente rede de suporte social que provê sua comunidade. O povo hunza se divide em pequenas aldeias administradas por uma espécie de prefeito e líder político, cuja função é a de resolver os problemas da comunidade em geral e conciliar seus interesses. O curioso é que, mesmo entre os centenários habitantes, os prefeitos - que são possivelmente submetidos a situações de estresse - raramente ultrapassam a marca dos 60 anos!".
Este relato apenas reafirma a importância de nos atentarmos às preocupações na medida em que vivemos num mundo que nos impossibilita um distanciamento destas, contudo nossa plasticidade mental nos permite uma readaptação constante em nossa forma de pensar e consequentemente na maneira de sentirmos emocionalmente o que nos ocorre, agravando ou reduzindo os males advindo deste estresse. 
Para tanto, vamos reaprender a pensar na vida.

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